TEMPUS

Por: Djane Assunção - @mestre_djane

Tempo, às vezes cruel e instável como um serial killer, outras vezes tão relaxante e agradável como um jogo de cartas num boteco qualquer. Aquele que rege a inocência, dúvidas, maturidade e existência dos seres desse universo em expansão. Uma ferramenta criada pelo criador para julgar a capacidade e potencial da criação. Contudo, a criatura tão mutável se torna vítima desse mecanismo que a obriga a estar em constante movimento, ou como diria outro louco de passagem “em uma metamorfose ambulante”.

Pode ser visto nos mais diferentes ângulos, nas mais diversas situações, independentemente da quantidade que se tem ou que lhe resta. Para as crianças uma esperança, para os velhos uma certeza, para os céticos uma sucessão de significados ligados a algarismos numéricos, para os apaixonados uma tortura quando exíguo e um delírio de prazer quando suficiente.

Mas talvez o próprio tempo já seja a pena que as criaturas pagam por conta da decepção que elas proporcionam ao criador, pelo menos a maioria delas. No entanto, se toda unanimidade é burra, ainda se tem chance de um perdão.

A sucessão dos anos, dias, horas, etc. que envolve a noção de passado, presente, futuro e acima de qualquer dúvida o melhor antidepressivo que uma pessoa pode ter.

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